segunda-feira, 28 de setembro de 2009

Jovens publicam imagens e informações íntimas sem ter noção dos riscos que estão correndo.

É alarmante o resultado de uma pesquisa encomendada pelo Common Sense Media sobre o uso da internet por crianças e jovens e a percepção que os pais têm sobre a vida online de seus filhos.

A pesquisa mostrou que poucos pais sabem o que os seus filhos fazem enquanto estão conectados. Muitos ignoram que a vida online das crianças pode trazer problemas reais. Segundo a pesquisa, 13% dos jovens entrevistados admitiram ter publicado fotos ou vídeos com imagens de nus, de si mesmo ou de outras pessoas. Mas apenas 2% dos pais entrevistados têm consciência disso.

Ainda de acordo com a pesquisa, 18% dos jovens admitiram ter se passado por adultos durante conversas em salas de bate-papo, 28% dizem ter compartilhado informações que não divulgariam em público e 37% dos pesquisados disseram que já “tiraram sarro” ou ameaçaram amigos da escola, ato conhecido como “cyber bullying“. Do lado dos pais, apenas 8% disseram ter consciência de que seus filhos se passavam por adultos em chats, 16% falaram que sabiam que os filhos divulgavam informações privadas na internet e 18% disseram ter conhecimento sobre os ataques contra colegas de escola.

Os resultados mostram uma preocupante ruptura entre pais e filhos quando o assunto é a vida digital. A geração que hoje tem 13 ou 14 anos já cresceu conectada e, para eles, a fronteira entre a “vida real” e a “vida online” é muito turva. A sensação é de que as ações na internet não terão consequências fora dela. Os pais, por outro lado, vêm de uma geração que ainda não entende completamente o poder da internet e o quanto seus filhos podem se expor no mundo online.

E como solucionar este problema sem “liberar geral” e sem invadir a privacidade dos jovens? Hoje em dia a internet é uma necessidade e a proibição está fora de questão. O melhor mesmo é conversar e mostrar que nem tudo na web é seguro e nem todo mundo é quem diz ser. Deixar o computador de casa em algum lugar de passagem, como sala ou escritório, e não no quarto do filho, onde ele pode se trancar, também é uma boa ideia.

A pesquisa foi feita nos Estados Unidos com 2.015 jovens e pais de jovens de 13 a 18 anos entre maio e junho deste ano.

Veja a pesquisa completa (em PDF)

Seminário marca novo momento da cultura sergipana

A cidade de Laranjeiras, berço cultural de Sergipe, recebeu nesta sexta-feira, 25, no auditório do Campus da Cultura da Universidade Federal de Sergipe (UFS), ‘I Seminário de Economia da Cultura de Sergipe: integração para o desenvolvimento criativo’. Com o objetivo de estruturar uma proposta de trabalho piloto para um Arranjo Produtivo Local (APL) da Cultura nas cidades históricas de Laranjeiras e São Cristóvão, o evento foi realizado do Governo de Sergipe por meio das secretarias de Estado da Cultura (Secult) e do Desenvolvimento Econômico, da Ciência e Tecnologia, e do Turismo (Sedetec), em parceria com a Prefeitura de Laranjeiras e outras instituições.

Para Eloísa Galdino, secretária de Estado da Cultura, a realização do seminário hoje em Laranjeiras simboliza a oportunidade de ter um laboratório concreto de APL ou rede produtiva na área de cultura. “O Seminário é apenas o primeiro passo de um novo momento da cultura sergipana. É preciso observar a cultura por esse novo ângulo da economia, desenvolver o empreendedorismo local, porque cultura vai bem além do seu conteúdo simbólico, da sua importância na formação da identidade de um povo. Cultura tem relevância econômica e Laranjeiras é um local que tem todo o potencial para trabalharmos a cultura como um vetor de desenvolvimento para o Estado, com geração de emprego e renda. Laranjeiras é uma área estratégica para o desenvolvimento de Sergipe", afirmou.

Reunidos, prefeitos, secretários e técnicos municipais e estaduais, representantes de instituições de apoio à cultura, bancos de fomento, instituições do Sistema ‘S’, órgãos federais, empresários, membros de organizações sociais, estudantes, professores universitários e sociedade em geral participaram do Seminário durante dois dias. “Nos sentimos honrados em receber esse seminário. Nossos agentes culturais locais querem se tornar independentes, querem capacitação e oportunidade de viver de sua arte. Portanto, sabendo do nosso potencial, nos colocamos para ser um modelo em Sergipe”, frisou a prefeita de Laranjeiras, Ione Sobral.

Capital da cultura
A visão de Laranjeiras como local estratégico para o desenvolvimento econômico de Sergipe através da cultura tem algumas razões. Laranjeiras é a 2ª cidade mais antiga do estado e, por isso, as igrejas, o estilo barroco da arquitetura, a paisagem e as grutas fazem dela uma cidade de grande potencial turístico. A cidade também concentra até hoje o maior número de manifestações folclóricas do Estado, muitas das quais extintas no resto do Brasil. Locais como a Igreja Matriz Sagrado Coração de Jesus, Quarteirão dos Trapiches, Casarão dos Rollemberg e Sobrado ao lado, Casarão de Oitão da Praça da República marcam sua arquitetura.

Seminário
Com o tema 'Programa Desenvolvimento Criativo e Cultura do Sebrae', a primeira palestra desta sexta foi ministrada pela gerente de Desenvolvimento Criativo, Heliana Marinho (Sebrae/RJ), que também falou sobre a experiência do APL de Cultura e Entretenimento de Conservatória-RJ, conhecida como a Capital Mundial da Seresta e Serenata. “A questão da simbologia cultural é fundamental, mas a questão econômica é de extrema importância. Encontrar espaços, nichos produtivos que possam dar sustentabilidade para a tradição é essencial porque cultura tem que se reformular, tem que se transformar para se manter”, afirma a palestrante.

Na avaliação d Heliana, Sergipe está se preparando para lançar projetos ousados. "Estamos todos num processo de aprendizagem aqui, então ao lançar esse seminário, convidar os agentes culturais, ouvir as instituições e abrir para a discussão a economia da cultura, acho que Sergipe dá um grande passo nesta direção, que é a de levar na sua condição de executor de políticas. Vamos juntar os diversos saberes, as diversas instituições, as diversas vertentes de pensamento de uma maneira muito clara e muito agregadora para construir um projeto”, conclui.

Mediando o debate, estava o economista e professor do departamento de economia da UFS, Ricardo Lacerda, que apresentou o projeto 'A Perspectiva de Laranjeiras na Economia da Cultura'. “O campus da cultura aqui em Laranjeiras está começando e, para nós, não basta formar aqui pessoas que vão absorver conteúdo acadêmico que não tenham futuramente condições de interagir com o potencial da cidade. Precisamos dar riqueza e projeção ao campus com o que for de forma verdadeira referencial de cultura local”, explicou.

Desenvolvimento
De acordo com Eloísa Galdino, a universidade simboliza um novo ciclo de progresso para Laranjeiras e está em sintonia com o futuro de Sergipe no sentido de pensar cultura de forma diferenciada. No entanto, ela acredita que de nada adianta uma universidade com cursos na área da cultura, se não existir um projeto entre as instituições parceiras Governo, UFS, para ampliar as possibilidades de uso real dos patrimônios da cidade.

“Tivemos um dia extremamente produtivo no seminário porque trocar e perceber experiências de outros locais é importante para que possamos construir em Sergipe uma metodologia de trabalho que faça com que todo o aprendizado adquirido aqui tenha uma consequência: seja colocado em prática. O seminário possibilitou prospectar elementos úteis em outras experiências, aceitando o desafio de trabalhar a cultura com um olhar diferenciado. Precisamos valorizar a cultura sob o ponto de vista histórico, material e imaterial, mas podemos também, com muito cuidado, começar a trabalhar o empreendendorismo. E como não se muda um paradigma sem novos modelos, estamos aqui em busca de uma nova metodologia de trabalho que faça com que toda a produção cultural local possa se manter”, explicou Eloísa Galdino.

Durante o dia de atividades aconteceu ainda o lançamento do Projeto de Economia da Cultura e Turismo de Sergipe e a formação dos Grupos de Trabalho de São Cristóvão e Laranjeiras. O evento se encerrou com uma apresentação cultural pelas ruas de Laranjeiras.

CIDADANIA ATIVA - A HORA DE ACORDAR!

Caros amigos,

A Hora de Acordar de segunda-feira foi incrível – 2632 eventos em 135 países. Milhares de pessoas ligaram para os seus governantes, congestionando suas linhas telefônicas. A incrível criatividade e diversidade de eventos organizados levou nossa mensagem diretamente aos chefes de Estado e ministros desde a Austrália até a Europa. Palavras não podem descrever, por isso assista este vídeo que resume este dia marvilhoso:

A Hora de Acordar foi coberta por centenas de meios de comunicação, chegando inclusive no noticiário noturno na Alemanha e Nova Zelândia. O Chefe do Meio Ambiente para a Europa congratulou “a mobilização de tantas pessoas pela Avaaz.org”, o Primeiro Ministro do Reino Unido disse que com “a pressão feita por organizações como a sua... o que as pessoas acham que é impossível pode se tornar possível”. O Ministro do Meio Ambeinte do Brasil, Carlos Minc, assinou o abaixo assinado da campanha publicamente e o Ministro do Meio Ambiente Espanhol chamou a moblização de “extraordinária”.

Os líderes mundiais nos escutaram, porém o encontro da ONU na terça-feira foi decepcionante. Um só dia de ação não será o suficiente para fazermos progresso nas negociações climáticas. Por isso, vamos nos mobilizar quantas vezes forem necessárias, cada vez mais fortes, até conseguirmos um tratado justo, ambicioso e vinculante.

Manteremos a pressão com a Campanha Tic Tac até Copenhaque e a próxima mobilização será dia 24 de outubro. Desde já vamos começar a planejar a MAIOR MOBILIZAÇÃO CLIMÁTICA DA HISTÓRIA DIA 12 DE DEZEMBRO, nos dias finais das negociações de Copenhague.

A Avaaz tem agora 3,6 milhões de apoiadores em 14 línguas e em todos os cantos do planeta. Na segunda-feira o nosso movimento deu um passo gigantesco – nós mostramos que podemos não somente enviar milhões de mensagens para líderes globais e doar milhões para causas importantes, como também inundar as ruas e congestionar telefones da Cidade do México até Mumbai.

Se nós nos mantermos unidos, tudo é possível.

Com esperança e entusiasmo pelo futuro,

Ricken, Ben, Paul, Milena, Alice, Luis, Brett, Taren, Margaret, Iain, Pascal, Graziela, Paula, Benjamin, Rajeev, Veronique, Raluca, Julius, Yuri, Saravanan, Vladimir, Sam, Emma e toda a equipe Avaaz

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PS. Veja também o vídeo da Hora de Acordar no Brasil: http://www.youtube.com/watch?v=S-E_XA2INUI

PS2. Veja as incríveis "Loucas de Pedra" de Recife: http://

PS3. O video da Hora de Acordar foi produzido com mais de 10.000 fotos da Hora de Acordar e 600 vídeos enviados para a Avaaz em apenas 24 horas! A edição deste vídeo foi um processo emocionante, que nos encheu de lágrimas quando vimos a incrível dedicação de todos desde a comunidade Avaaz até nossos parceiros da Campanha Tic Tac, e principalmente das pessoas que participaram pela primeira mobilização climática das suas vidas. Este movimento só começou mas já é invencível. Veja o video no link: https://secure.avaaz.org/po/sept21_hub/?cl=334993090&v=4117

SOBRE A AVAAZ

Avaaz.org é uma organização independente sem fins lucrativos que visa garantir a representação dos valores da sociedade civil global na política internacional em questões que vão desde o aquecimento global até a guerra no Iraque e direitos humanos. Avaaz não recebe dinheiro de governos ou empresas e é composta por uma equipe global sediada em Londres, Nova York, Paris, Washington DC, Genebra e Rio de Janeiro. Avaaz significa "voz" em várias línguas européias e asiáticas. Telefone: +1 888 922 8229


Para entrar em contato com a Avaaz , escreva para info@avaaz.org. Você pode nos telefonar nos números +1-888-922-8229 (EUA) ou +55 21 2509 0368 (Brasil). Se você tiver problemas técnicos visite http://www.avaaz.org

CBN - A rádio que toca notícia - Ethevaldo Siqueira

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Ano da Cultura no Congresso Nacional

Leonardo Brant 25 setembro 2009 4 Comentários
Sobre o autor: Leonardo Brant
Fonte: http://www.culturaemercado.com.br/?p=9871

Pesquisador e consultor de políticas culturais. Presidente da Brant Associados, autor do livro "O Poder da Cultura", entre outros. Documentarista, diretor de "Te Están Grabando".


Por unanimidade, foi aprovado na Comissão de Educação e Cultura da Câmara dos Deputados o Plano Nacional de Cultura, que dá marco legal para as políticas da área pelos próximos dez anos. Ainda na Câmara, a Comissão Especial que analisava a PEC 150 aprovou, também por unanimidade, a proposta que destina 2% do orçamento federal para as políticas culturais, além de 1,5% para os estados e 1% para os municípios.

“Com o apoio dos parlamentares conseguimos dar um avanço claro na área, com duas ferramentas estratégicas para a nação. Após a aprovação final, essas propostas darão base legal para sustentar, a longo prazo, a cultura como algo vital para os brasileiros e uma das áreas prioritárias no desenvolvimento de nossa nação”, diz o ministro em nota oficial distribuída à imprensa, em que celebra, talvez precipitadamente, o Ano da Cultura no Congresso.

Há de se reconhecer o esforço do ministro nesta área. “Este avanço se traduz na garantia crucial de recursos para a área, mas seu alcance é muito maior. Significa que, uma vez aprovados estes instrumentos, nós brasileiros enfim surgiremos como pessoas e nação que se cultivam, que abandonam definitivamente o complexo de vira-latas apontado por Nelson Rodrigues, para, enfim, assumir-se no mundo como seres afetos à cultura - a cultura que nos traduz, explica, alimenta e posiciona no mundo”, empolga-se o ministro.

De fato, o Plano Nacional precisa vir acompanhado, como já dissemos antes, de uma serie de instrumentos de garantia orçamentária e reestruturação da máquina administrativa do MinC, para ampliar sua capacidade de ação, sistematizar e institucionalizar as ações programáticas provenientes do PNC.

Precisamos, por outro lado, garantir a continuidade dos fluxos econômicos da atividade cultural, que garantem a sustentabilidade de artistas e profissionais do setor, além de compensar e oferecer novas oportunidades de mercado à produção emergente.

Falta ao MinC um plano de transição mais realista e conservador, que dê conta do desafio de substituirmos uma política de opressão e subserviência ao mercado para uma outra, mais participativa e condizente com a nossa riqueza cultural.

4 Comentários »
Fique por dentro Cultura » Blog Archive » :: CULTURA E MERCADO :: o blog das políticas culturais. » Blog … disse:
[...] área pelos próximos dez anos. Ainda na Câmara, a Comissão Especial que … fique por dentro clique aqui. Fonte: [...]

# 25 setembro 2009 as 7:36

Carlos Henrique Machado Freitas disse:

Oi Leonardo
Perfeita a sua análise! Mas gostaria de acrescentar um tempero reflexivo na sua fala sobre “transição mais realista”.

Esta mesma transição tem, mais do que nunca e dentro dos modelos de mercado, que buscar, com a queda livre do grande mercado uma fotografia das novas demandas. Os ajustes, as frações, a construção de um outro modelo que inapelavelmente terá que ser original, pois toda aquela receita que unilateralmente construia um consenso pela força da grana, não estará mais presente na conjuntura das novas produções e de novos atores.

Há muito este modelo paralelo tentou criar, com a força institucional, um outro tipo de consenso mais técnico, menos humano e o resultado foi o esvaziamento deste tipo de política.

Há, mais do que nunca, uma nessecidade de integração entre sociedade e o setor artístico. A sedução terá que ser pela natureza das nossas escolhas, não tem como interfirir nas diretrizes, principalmente nos dias atuais, nem com a grana do grande mercado e muito menos com as técnicas indiscriminadas das instituições públicas e privadas. Temos que achar um denominador comum entre a produção e a sociedade.
O que quero dizer é que nunca tivemos tantos espaços institucionais para a cultura e nunca a cultura institucional foi tão impopular.
Nunca a cultura ficou tão ausente nas grandes questões politicas no Brasil assim como a politica ou a sociedade, por sua vez não se urilizam mais das manifestações culturais para as suas grandes reivindicações.

# 26 setembro 2009 as 14:27

Dagmar Dornelles disse:
Acabo de visitar - ainda que não integralmente - uma “Conferência Municipal de Cultura”, porção constituinte do grande Plano Nacional.

Todo e qualquer entusiasmo pela idéia parece-me carecer do acompanhamento de uma avaliação sincera daquilo que somos como cultura: nossos hábitos, equívocos, desejos e amplitude perceptiva do todo, apenas para citar alguns tópicos.

O Brasil pós-ditadura desenvolve-se vertiginosamente numa ambição desmedida de conquistas de direito. Nada tenho contra isto, mas desde sempre questionei as consequências possíveis das lutas assim denominadas: não raro, o direito manifesta-se em caráter unidirecional extremo e a razão, então, outra vez, nos abandona.

Não raro é observarmos, nas reivindicações de ordem diversa, um pensamento que privilegia a ótica do “eu, ou nós”, em segmentos restritos, sem o justo relativismo promovido pela simples presença dos tantos outros.

A carência, aqui, pode ser uma questão educacional: estes tempos absurdamente competitivos nos ensinaram a querer sempre mais, a garantirmos nossas vantagens a qualquer custo, a termos baixa permeabilidade para a diversidade, embora ela seja a grande estrela do discurso.

A diversidade é uma bênção, mas é também o grande desafio para as posturas e a ética humanas. Ao admitirmos nossa posição pró-diversidade precisamos, igualmente, do reconhecimento urgente dos tantos limites e recuos que ela mesma impõe, em prol de um grande espaço de compartilhamento. Sua defesa só será digna se estivermos prontos para uma abordagem deste porte.

E podemos começar pela forma com que se estabelecem as discussões humanas: aqui, antes do direito, ante da ambição de assegurarmos nossos ganhos, antes de tudo, é preciso saber que o outro é uma outra parte do nosso próprio olhar. O encontro entre as partes prevê limites, recuos, árduo exercício de crescimento humano, que é nossa maior carência!

Uma cultura pacífica e criativa tempera-se na coexistência, na diplomacia em seu sentido mais delicado de dar espaço e cultivar o respeito ao outro: abandonada esta premissa, corremos o risco de fomentar culturas de guerra e extremismos nacionalistas.

# 26 setembro 2009 as 21:53

Jaques Zanco disse:
(Refletindo…) Apesar das várias discussões, dos pequenos avanços, ainda é difícil acreditar nas mudanças das políticas culturais. A cultura deveria ter um envolvimento maior com a educação, visto que os brasileiros, pais e educadores investem muito em tal setor, como forma de garantir o futuro de seus descendentes, mas a cultura acaba sempre ficando de lado, como algo que não fizesse parte deste conjunto. Resultado, temos ótimos profissionais no mercado, grandes empresários, mas pessoas frias, dedicadas unicamente ao egocentrismo, ao acúmulo de capital, incapazes de enxergar a sociedade como um todo. Se fossemos tocados pela arte desde muito novos, se fossemos mais sensíveis ao mundo, às pessoas que nele habitam, certamente haveria menos fome, menos violência, menos desigualdade social.
Talvez um dia o homem entenda que precisamos de arte para sermos humanos de fato.

quarta-feira, 16 de setembro de 2009

segunda-feira, 14 de setembro de 2009

II Baile de Danças Circulares Sagradas



Com o advento de mais uma Primavera em nossas vidas, em meio aos tons e ao perfume das flores que colhemos em nossa caminhada — dádiva divina da Natureza —, convidamos você para participar de mais um momento de alegria, paz, amizade, leveza e harmonia para, unidos qual um ramalhete de cores e sabores, vivenciarmos a energia vivificante das Danças Circulares!

E para que esse grande jardim em círculo dançante possa ser ampliado, pedimos o repasse desse convite a outros amigos que também desejem conhecer, experimentar e compartir dos imensuráveis benefícios que essa atividade pode nos proporcionar!

Faz-se também necessário trazer frutas, doces, bolos, salgados e bebidas (sucos, vinhos e licores) para que possamos complementar a noite com mais sabores (neste caso, quem puder comunicar antecipadamente o que deseja levar, melhor).

Quem desejar focalizar algumas danças deve nos enviar o nome de três delas, preferencialmente que sejam conhecidas e de fácil assimilação por parte de todos.

Gostaríamos de contar com pelo menos cinco focalizadores, para uma previsão de aproximadamente 15 danças, podendo até ser mais, a depender do tempo e de outras variáveis.

Certos de sua inestimável presença, nos alegramos desde já, na expectativa de nos reencontramos!

Quando?

Sábado, dia 26 de setembro de 2009, às 19:30 horas

Onde?

Comunidade Católica Bom Pastor — Rua Efrem Fernandes Fontes, 65- Bairro Santos Dumont, (Próximo ao Terminal Rodoviário Maracaju)

Contatos:

Maxivel – 8815-1116/ 3241-7925

Irene – 9993-4483

Ong Ação Cultural
http://acaoculturalse.blogspot.com

Video sobre Encontro de Danças Circulares em Aracaju:

http://www.youtube.com/watch?v=n3l5aGVmCzI


P.S.: Devido a uma necessidade observada já há algum tempo, estamos solicitando àqueles que puderem fazer uma pequena contribuição (R$ 5,00) para as despesas do Baile, que a façam a um dos organizadores, na ocasião do evento.

Salientamos, contudo, que essa colaboração não será, em hipótese alguma, condição para a sua participação na atividade.

Agradecemos desde já pela compreensão!



P.S.2: Aguardamos a sua confirmação para o Bail, por e-mail ou telefone!



"Aqueles que tomam, no final perdem; mas aqueles que dão, ganham eternamente. Esta é uma regra que o Universo nunca quebra."

-- Douglas M. Lawson

sexta-feira, 4 de setembro de 2009