Quinta-feira, 9 de Julho de 2009

CURSO DE PRODUÇÃO CULTURAL NO SESC

Atenção Agentes/Animadores Culturais e Produtores.

Vale a pena ficar ligado na dica abaixo. Também apresentamos abaixo, dois textos sobre produção cultural, na ótica de quem opera no meio popular e que merecem leitura e reflexão.

CURSO DE PRODUÇÃO CULTURAL

Produção Cultural é uma atividade profissional que consiste em gerenciar a organização de eventos culturais ou a confecção de bens culturais. Produtores culturais podem organizar shows, exposições de arte, espetáculos de música, dança, teatro, ou coordenar a gravação de discos, vídeos, programas de TV, rádio e inúmeras outras atividades de expressão cultural.

Fonte: Wikipédia


Ministrante: Edmilson Suassuna
Cientista Social, Gestor de Projetos Culturais, Ator e Diretor de Produção

Carga horária: Certificado de 40 horas

De 27 de julho a 29 de setembro
(terças e quintas)
Das 18h30 às 20h30

Informações e Inscrições
Centrais de Atendimento do SESC (3216-2727)

www.sesc-se.com.br

Cultura Livre: sustentabilidade e autonomia

Andrea Saraiva · Fortaleza (CE) · 7/7/2009
Fonte: www.overmundo.com.br

Eu despedi o meu patrão (...) ele roubava o que eu mais-valia e eu não gosto de ladrão”
(Zeca Baleiro)

Adjetivar a cultura nesse caso não é só figura de retórica. Trata-se de uma atitude, uma posição, uma afirmação, uma forma de chamamamento ao fato. O risco de começar um texto com uma afirmação peremptória, é que possa soar panfletário, “militante”. Pra ser sincera, admitamos que haja a intencionalidade de difundir idéias, de gerar questionamentos e de permitir um outro olhar, novos desenhos. A opção aqui é por uma cultura aliada à economia solidária. Um não solene ao mercado. A neutralidade não existe. Quanto mais em se tratando de cultura.

Antes de entrar no cerne, cabe o recorte de que cultura aqui nesse artigo é tratada no sentido amplo. Que vai desde as linguagens artísticas como música, teatro, cinema até a cultura como bem intangível como o conhecimento, o desenvolvimento de softwares, a metaReciclagem. A própria utilização de ferramentas tecnológicas é cultura, inclusive.

Há várias abordagens, significados, condições ao que possa ser considerada “cultura livre”. Há até os que defendem que não devamos adjetivá-la. No entanto, vou tratar aqui da cultura como possibilidade de emancipação financeira sem o quê não há liberdade. E para entendê-la é preciso pincelar sobre quais paradigmas ela está alicerçada. Como o Estado, os setores privados e terceiro setor, os movimentos a estão tratando?

No setor privado, ela foi devidamente transformada em mais um objeto de consumo. Mais um produto. Mais uma forma de geração de lucros. Aliás, a economia da cultura, economia da criatividade, indústria do entretenimento – como são normalmente conhecidas – movimentam cifras estratrosféricas correspondentes, por exemplo, a mais de 7% do PIB mundial com crescimento anual de 6,3% - superior inclusive ao da economia mundial. Os dados revelam que na Europa a movimentação atinge quase 8% do PIB e nos EUA o maior item de exportação é exatamente o da dita indústria da criatividade. Assim sendo, país a fora a cultura é tratada como uma mercadoria valiosa.

Por outro lado, no setor público, a cultura vem timidamente se erguendo e se configurando de política de governo a política de Estado. Uma grande caminhada, no entanto, será necessária até se firmar como política pública. A luta dos movimentos sequer conseguiu fazer constar o mínimo de 1% da união para a cultura, como preconiza a declaração universal da UNESCO sobre a diversidade cultural e como recomenda a agenda 21 da cultura. Desafios são lançados aos ditos movimentos posto que pode até se ter liberdade sem luta, mas desconheço precedentes históricos.

Partamos, pois, do pressuposto de que o Estado tem a obrigação constitucional do direito à cultura. Mas esse direito tem atingido apenas o setor “produtivo” como empresas, indústrias do entretenimento. Há financiamento de milhões para estes via créditos no BNDES, BNB, dentre outros. E apenas e tão-somente a poucas linguagens artísticas já consagradas como a música e o cinema (audiovisual). Setores como cultura digital, cultura do conhecimento e desenvolvimento de softwares tem que se contentar com editais e/ou prêmios. Ínfimos, diga-se de passagem.

Por falar em editais, o Estado viciou o terceiro setor. O terceiro setor se acomodou. Se há liberdade nisso ainda não estou enxergando. Os editais são valiosos para a democratização, para a transparência, mas essa política apenas atinge a ponta do iceberg. Política de editais tem que vir somado a outras tantas iniciativas que promovam sustentabilidade. Ainda que se ressalve a iniciativa e a boa idéia dos pontos de cultura, este programa carece de um bom suporte à sustentabilidade financeira das entidades que abrigam um “ponto” com fins de romper com essa lógica de dependência e propiciar formas de geração de renda (diferente de lucro, ressalve-se) que garantam autonomia. E autonomia sim é liberdade. E não o “sevirismo” - ato de entregar kits e deixar que entidades “se virem”- tão propalado e difundido e que vários setores tem caído nessa esparrela. O Estado tem mais é que garantir condições técnicas tal qual o que reivindica os que defendem a reforma agrária de que não bastam distribuir terras. Há que se tenha acompanhamento técnico, ferramentas....mandar “se virar” é tentar convencer os que trabalham com cultura a ficarem satisfeitos com esmolas tal qual esfaimados à espreita de migalhas que sobram das mesas fartas do setor industrial.

Daí advém, por dedução, um ponto de fundamental entendimento. O Estado tem se tornado, um investidor no setor cultural. Sendo que está investindo no capitalismo e na perpetuação dessa mesma lógica competitiva, de fabricação de uma cultura mercadológica, de descarte. Por analogia, não é forçoso perceber que a politica pública no Brasil é cúmplice da intermediação e sustentáculo do capitalismo. Manutenção dos “atravessadores” que ganham rios de dinheiro em cima do trabalho de muitos. Sem possibilidade, portanto, da construção de uma cultura que promova liberdade.

Uma boa tendência observada é o que está sendo gestado no âmbito da espontaneidade. Vários grupos de metaRecicleiros, de ativistas da cultura digital, dos desenvolvedores de softwares livres têm trabalhado em rede, formando novos modelos de negócios. O associativismo é um bom exemplo. Muitas cooperativistas têm se formado como alternativa interessante de exercer a cultura livre, de gerar renda. É alento perceber que a cultura pode se transformar em uma atividade econômica. Não de olho no mercado, mas que pode se apoiar na economia solidária, por exemplo. Que funciona com uma lógica diferente do capitalismo.

Aliado a isso existem elementos importantes que vêm causando redefinição de vários quadros antes sacramentados. A internet, a popularização de equipamentos tecnológicos, a economia solidária como alternativa e a cultura colaborativa ensejaram uma gama de transformação no mercado cultural. A título de exemplificação, o setor da música, ao que parece, tem se adaptado bem a novos modelos de negṍ;cios. Tirando a figura do intermediário - industria fonográfica, distribuidores etc., até então o maior beneficiado financeiramente - e comercializando diretamente com seus ouvintes seja em shows ou pela venda direta na internet ou bancas de revistas. Outra boa alternativa são as cooperativas de desenvolvedores de softwares que estão abrindo mão de grandes empresas para se dedicarem a se autorganizar e fazer disso uma forma exitosa de geração de renda.

Daí que lanço muito mais questionamentos do que propriamente soluções. Pelo simples fato de que tudo ainda está por ser escrito, desenhado. Cabe o desafio de perceber: de que forma a economia solidária pode ser um instrumento para viabilização dessas alternativas de sustentabilidade financeira? É possível modelos que tragam autonomia e possibilidade de sobrevivência digna a partir da atividade laboral que não alimente a perversa lógica capitalista?

Tornar o que se gosta de fazer em atividade econômica que forneça condições dignas de sobrevivência, tornar essa atividade prazerosa. Viver do que se produz. Despedir o patrão e trabalhar pra si e para o bem de outrem já é um pouco liberdade.

Passamos da era industrial para a era do conhecimento e este sendo livre terá maiores condições de possibilidades de propiciar sinergias coletivas, da liberdade sair do plano da utopia e se tornar realidade.

A grande questão é romper com os paradigmas. Pois nem as políticas de cultura enxergam na economia solidária uma boa alternativa de sustentabilidade financeira, tampouco a economia solidária enxerga a economia da cultura como atividade econômica. Mas como diriam os nerds, paradigma bom é paradigma hackeado....eis o grande desafio.


Andréa Saraiva – Historiadora, coordenadora da ong ceará em foco: antenas e raizes, implementadora de políticas públicas de cultura com ênfase em socioeconomia da cultura.

Software livre pode facilitar a produção cultural

Alê Barreto · Rio de Janeiro (RJ) · 23/6/2009
fonte: www.overmundo.com.br


Acredito que o maior ponto em comum que existe entre o software livre e a produção cultural é a questão da liberdade de expressão.

É importante percebermos que no sistema capitalista que vivemos somente podemos ter liberdade de expressão quando construímos condições sustentáveis para que isso aconteça. Sim, estou falando de dinheiro. Software livre não quer dizer necessariamente software gratuito. Trabalhar para que uma ação cultural aconteça não quer dizer necessariamente que fazer produção cultural é algo gratuito.

O Movimento Software Livre apresenta quatro liberdades relacionadas ao uso do software livre:

- liberdade de uso para qualquer finalidade;

- liberdade de estudar como o programa funciona, e adaptá-lo para as suas necessidades. Aceso ao código-fonte é um pré-requisito para esta liberdade;

- a liberdade de aperfeiçoar o programa, e liberar os seus aperfeiçoamentos, de modo que toda a comunidade se beneficie. Novamente o acesso ao código-fonte é um pré-requisito para esta liberdade;

- a liberdade de redistribuir cópias das alterações feitas.

Se analisarmos, estas quatro liberdades se aplicam ao conhecimento de produção cultural independente. Ou seja, todo o produtor deve ter a liberdade de:

- usar o conhecimento de produção cultural para qualquer finalidade, para produzir as mais diversas ações culturais;

- estudar o conhecimento de produção cultural existente e adaptá-lo as suas necessidades. Para isso, é importante se estruturar formas de oferecer acesso a este conhecimento;

- aperfeiçoar os conhecimentos de produção cultural e liberá-los para que toda a sociedade se beneficie. É preciso pensar como fazer isso e garantir sustentabilidade para as pessoas que se propõe a fazer isso.

- redistribuir cópias dos conhecimentos de produção cultural aperfeiçoados.


Muitos profissionais da área cultural acham que disponibilizar conhecimentos de forma gratuita irá prejudicar sua sustentabilidade. E muitos profissionais veteranos têm medo de perder poder e vantagem competitiva no mercado cultural.

Acontece que o conhecimento não é algo estático. Está sempre em movimento e expansão.

Veja este exemplo: o conhecimento de como pintar uma parede, trocar a resistência de um chuveiro ou fazer um determinado doce é livre. Nem por isso a pessoas deixam de contratar pintores e eletricistas ou de ir a uma padaria para comprar uma torta.

A complexidade da vida contemporânea leva as pessoas a procurarem pessoas especializadas para a realização de atividades para as quais não possuem tempo disponível.

Assim como você não vai querer fazer tudo que precisa para a sua vida, ou seja, ser seu próprio pedreiro, faxineiro, policial, médico, dentista, etc, você também não tem tempo de atender a todos que procuram você.

Há um mito de que se alguém é adepto da liberdade do conhecimento é obrigado a atender todo mundo que chega e lhe faz uma pergunta. Meu blog tem crescido e hoje recebo 3.000 visitas por mês. Imagine se cada uma destas 3.000 pessoas viesse me exigir fazer isso. Eu teria tempo para fazer mais alguma outra coisa na minha vida?

A questão é entender o conceito e praticá-lo com equilíbrio.


Sugestões para praticar o conceito de "software livre" na produção cultural independente:

- após concluir um trabalho de produção cultural, organize uma pasta, física ou virtual, com todos materiais utilizados para organizar o projeto. Será a sua "memória". Analise os resultados: o que deu certo e o que pode melhorar;

- procure encontrar novas fontes de conhecimento para melhorar a sua forma de trabalho. Muitas vezes você não irá encontrar o conhecimento específico para sua atividade, mas poderá adaptá-lo a sua necessidade. Exemplo: está procurando um livro sobre produção de espetáculos teatrais e só encontra de shows musicais. Analise. Há muita coisa parecida;

- compartilhe o conhecimento. Descubra diferentes formas de fazer isso, na forma de blog, newsletter, redes sociais, palestras, cursos, consultorias e publicações;

- encontre maneiras sustentáveis de distribuir seus conhecimentos. Se você não pode passar o dia respondendo perguntas via e-mail, publique conteúdos na internet que estarão acessíveis para muitas pessoas.


Encontre a sua maneira de ser "software livre" na produção cultural.


Artigo originalmente publicado com o título "Como o software livre pode facilitar a produção cultural independente - conceito" no blog Produtor Cultural Independente em 21/06/09.

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Segunda-feira, 6 de Julho de 2009

FOTOS DO ÚLTIMO DIA DO CONCURSO DE QUADRILHAS GONZAGÃO 2009

A programação festejos juninos 2009 foi encerrada no dia 04 de julho (sábado) com recorde de público (2500 pessoas), muita alegria e muitos aplausos.

Além das quadrilhas finalistas (Luiz Gonzaga, Rala Rala, Balancê, Século XX, Xodó da Vila e Asa Branca) os presentes ao local foram brindados com a apresentação da quadrilha campeã do concurso da Rede Globo/Nordeste - Unidos em Asa Branca - e com a apresentação da quadrilhas mirim Xodó da Vila.

Veja mais fotos clicando no link abaixo:
http://www.pontocultural.com/Galeria.aspx








Sexta-feira, 3 de Julho de 2009

BLOG DA CONFERÊNCIA NACIONAL DE CULTURA

CONFERÊNCIAS MUNICIPAIS DE CULTURA

Caros,

no próximo dia 1º de julho (quarta-feira), o Governo de Sergipe dará início às conferências municipais do Planejamento Participativo, que visa dialogar com a sociedade sergipana para definir demandas e ações que nortearão as políticas públicas da atual gestão até final de 2010. Este ano, a Cultura ganhou uma atenção especial e teremos uma mesa em cada cidade para discutir o tema.

Para nós, da Secretaria de Estado da Cultura, este é um momento crucial na consolidação da integração entre governo estadual, governo municipal e atores da cena cultural de nosso estado.
Sendo assim, gostaria de convidar todos os agentes culturais de nosso estado para que participem das conferências em suas cidades e tragam as suas demandas na área de cultura. Vamos tentar reunir o máximo de agentes culturais em cada cidade, pois essas conferências serão a base para a construção do nosso Plano Estadual de Cultura. Conto com vocês para mobilizar a cena cultural de sua cidade.

Este é o meu primeiro contato com vocês, mas estou de portas abertas para dialogarmos. Abaixo coloco o calendário de conferências municipais e peço que cada um mobilize e participe dentro das datas apresentadas. Também estou deixando meus contatos para tirar todas as dúvidas.
Dia 01/07 - Alto Sertão Sergipano (Canindé, Gararu, Monte Alegre, N. Sra da Glória, N. Sra de LOurdes, Poço Redondo, Porto da Folha)

Dia 02/07 - Médio Sertão (Aquidabã, Cumbe, N. Sra das Dores, Feira Nova, Graccho Cardoso e Itabi)

Dia 02/07 - Baixo São Francisco (Muribeca, Amparo do S. Francisco)

Dia 07/07 - Baixo São Francisco (Brejo Grande, Canhoba, Ilha das Flores, Cedro de São joão, Santana do S. Francisco, Neópolis, Propriá, Telha)

Dia 14/07 - Baixo São Francisco (Pacatuba, São Francisco, Japoatã, Malhada dos Bois)

Dia 14/07 - Leste Sergipano (Capela, Carmópolis, Divina Pastora, General Maynard)

Dia 15/07 - Leste Sergipano (Rosário do Catete, Japaratuba, Santa Rosa de Lima, Siriri, Pirambu)

Dia 15/07 - Agreste Central (Carira, Frei Paulo e Pinhão)

Dia 16/07 - Agreste Central (Moita Bonita, Pedra Mole, ribeiópolis, São Domingos, N. Sra Aparecida, São miguel do Aleixo, Campo do Brito, Macambira)

Dia 21/07 - Agreste Central (Itabaiana, Areia Branca, Malhador)

Dia 21/07 - Sul Sergipano (Salgado, Boquim, Estância, Pedrinhas, Arauá)

Dia 22/07 - Sul Sergipano (Indiaroba, Cristinápolis, Tomar do Geru, Umbaúba, Santa Luzia do Intanhi, Itabaiananinha)

Dia 22/07 - Centro - Sul (Poço Verde, Tobias Barreto)

Dia 23/07 - Centro-Sul (Riachão do Dantas, Lagarto e Simão Dias)

Dia 23/07 - Grande Aracaju (Itaporanga D'Ajuda, São Cristóvão, Riachuelo, Maruim, Santo Amaro das Brotas)

Dia 28/07 - Grande Aracaju (Laranjeiras, Barra dos Coqueiros, N Sra do Socorro, Aracaju)

Contamos com a participação de vocês.

Atenciosamente,

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Kadydja Albuquerque
Governo de Sergipe
SEC/ Dir. de Projetos Culturais
(79) 3179 1916
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Caros

segue abaixo relação com os locais onde acontecerão as plenárias municipais de Cultura a partir de amanhã, dia 01 de julho. Como coloquei em outro e-mail, é imprescindível a participação dos atores da cena cultural nas discussões de seu município. Envio também o calendário com as datas para que vocês possam se programar e mobilizar o maior número de pessoas.

Agradeço a atenção.

Abraços,

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Kadydja Albuquerque
Governo de Sergipe
SEC/ Dir. de Projetos Culturais
(79) 3179 1916 /
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TERRITÓRIO MUNICÍPIO LOCAL ENDEREÇO
ALTO SERTÃO POÇO REDONDO COLÉGIO MENINO DEUS PRAÇA FREI DAMIÃO, SEDE


GARARU ESCOLA ESTADUAL MONSENHOR RANGEL RUA SANTA ISABEL


NOSSA SENHORA DE LOURDES ESCOLA ENEDINA BATISTA RUA SÍTIOS NOVOS


PORTO DA FOLHA COLÉGIO ESTADUAL GOV. LOURIVAL BATISTA RUA DR. JOÃO LIMA, CENTRO


CANINDÉ DO S. FRANCISCO ESCOLA MUNICIPAL SENADORA MARIA DO CARMOS NASCIMENTO ALVES AV. JOÃO ALVES FILHO, CENTRO


MONTE ALEGRE ESCOLA ESTADUAL 28 DE JANEIRO AV. MANOEL ELÍGIO DA MOTA


NOSSA SENHORA DA GLÓRIA AABB


GRANDE ARACAJU BARRA DOS COQUEIROS ESCOLA JOÃO CRUZ AV. JOSÉ MOTA MACÊDO S/N


SANTO AMARO DAS BROTAS GRUPO ESCOLAR LEANDRO MACIEL


ITAPORANGA D'AJUDA AUDITÓRIO MUNICIPAL CÉSAR FONSECA MANDARINO AVENIDA DEPUTADO JOSÉ CONDE SOBRAL S/N


SÃO CRISTÓVÃO


LARANJEIRAS CLUBE RECREATIVO ANTÔNIO CARLOS LEITE FRANCO END. ALTO DO BOM JESUS


NOSSA SENHORA DO SOCORRO SESI AVENIDA PRINCIPAL, CONJUNTO MARCOS FREIRE I


RIACHUELO COLÉGIO ESTADUAL GOVERNADOR ALBANO FRANCO RUA JOSÉ DA COSTA SANTOS, CENTRO (PRÓXIMO À PREFEITURA)


MARUIM ESCOLA MUNICIPAL DE ENSINO FUNDAMENTAL CORONEL SABINO RIBEIRO PRAÇA BOA HORA (LADO DO SESI)


ARACAJU


AGRESTE CENTRAL MACAMBIRA COLÉGIO MUNICIPAL CECÍLIO EUGÊNIO ALVES AV. ANA LUIZA DORTAS VALADARES, CJ. ALBANO FRANCO (3457-1045)


CAMPO DO BRITO COLÉGIO PADRE FREIRE DE MENEZES PRAÇA DR. LOURIVAL BATISTA, S/N, CENTRO (3443-1073)


ITABAIANA


MALHADOR ESCOLA MUNICIPAL JOSÉ JOAQUIM PACHECO


PEDRA MOLE CENTRO SOCIAL CAMILO CALAZANS PRAÇA DO ESTUDANTE


PINHÃO


RIBEIRÓPOLIS COLÉGIO MUNICIPAL JOSUÉ PASSOS AV. LEANDRO MACIEL, CENTRO


SÃO DOMINGOS ESCOLA MUNICIPAL JOSÉ FONSECA LIMA RUA JOSÉ AMADO DE ANDRADE, S/N, CENTRO


NOSSA SENHORA APARECIDA ESCOLA MUNICIPAL JOSEFA MARIA DA COSTA PRAÇA PEDRO BARBOSA, CENTRO


FREI PAULO CLUBE SESC CENTENÁRIO


S. MIGUEL DO ALEIXO AUDITÓRIO NELI CORREIA AV. 26 DE NOVEMBRO


CARIRA ESCOLA MUNICIPAL AROALDO CHAGAS RUA MÃE CARIRA, CENTRO


AREIA BRANCA CENTRO CULTURAL PRAÇA JUVENIANO FREIRE


MOITA BONITA ASSOCIAÇÃO COMUNITÁRIA DE MOITA BONITA RUA SENADOR PASSOS PORTO, CENTRO


LESTE SERGIPANO CAPELA AABB


DIVINA PASTORA ESCOLA FAUSTO DE AGUIAR CARDOSO ENTRE A QUADRA DE ESPORTE E A GARAGEM DA PREFEITURA


GENERAL MAYNARD


CARMÓPOLIS PRÉDIO DA PETROBRAS PRAÇA DAS FLORES, S/N, CENTRO


JAPARATUBA CLUBE SOCIAL PROFESSORA RITA DE CÁSSIA AV. OTÁVIO ACIOLI SOBRAL (EM FRENTE AO BB)


PIRAMBU ESCOLA MUNICIPAL MÁRIO TRINDADE CRUZ RUA MANOEL AMARAL LEMOS, 245, CENTRO


SIRIRI CENTRO DE IDOSOS AV. FRANCISCO ALMEIDA MELO, CENTRO


ROSÁRIO DO CATETE ESCOLA MUNICIPAL DESEMBARGADOR JOSÉ SOTERO VIEIRA DE MELO TRAV. LUIZ GARCIA Nº 050


SANTA ROSA DE LIMA GINÁSIO DO SESI


CENTRO SUL POÇO VERDE COLÉGIO CLAUDIONOR SANTANA RUA JOSÉ EMÍLIO DOS SANTOS


RIACHÃO DO DANTAS COLÉGIO MUNICIPAL LUIZ ANTÔNIO BARRETO AV. ENGENHEIRO JOEL FONTES COSTA


LAGARTO PRÉDIO DA SECRETARIA MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO


SIMÃO DIAS SALÃO PAROQUIAL RUA MANUEL FRAGA DANTAS (CONHECIDO COMO CASA DAS FLEIRAS)


TOBIAS BARRETO AUDITÓRIO JOÃO VALERIANO SANTOS (AUDITÓRIO DA SECRETARIA DE EDUCAÇÃO) RUA ELIAS FELIPE, S/N, CENTRO


MÉDIO SERTÃO AQUIDABÃ ESCOLA ESTADUAL FRANCISCO FIGUEIREDO PRAÇA RUBENS OLIVEIRA, CENTRO


CUMBE CLUBE LOCAL RUA PROFESSORA ENILDE ANDRADE MACHADO, CENTRO


NOSSA SENHORA DAS DORES ESCOLA MUNICIPAL ARNALDO ROLLEMBERG GARCEZ AVENIDA DR. AUGUSTO DO PRADO FRANCO


GRACCHO CARDOSO CRECHE MUNICIPAL RUA DE ITABI, S/N


FEIRA NOVA CLUBE COMUNITÁRIO AV. EMENÍSIO DANTAS DE SOUZA


ITABI ACRI – CLUBE PRAÇA DO CRUZEIRO


SUL SERGIPANO CRISTINÁPOLIS CENTRO PASTORAL SÃO FRANCISCO DE ASSIS (CENTRO PAROQUIAL) RUA JOAQUIM AMÂNCIO FILHO, 107, CENTRO


ARAUÁ ESCOLA DE 1º E 2º GRAU MANOEL BOMFIM RUA JOÃO NASCIMENTO COSTA, 141


BOQUIM


ESTÂNCIA PRÉDIO DA ANTIGA ESCOLA TÉCNICA DO COMÉRCIO DA ESTÂNCIA - ETCE PRAÇA JACKSON DE FIGUEIREDO, N. 75, CENTRO


PEDRINHAS ESCOLA MUNICIPAL ADÍLIA ALVES DE ANDRADE RUA GOV. JOÃO ALVES FILHO, CENTRO


INDIAROBA ESCOLA MUNICIPAL ANTONIO CARLOS VALADARES PRAÇA DA BANDEIRA Nº334- TEL.3543 1856


SANTA LUZIA DO ITANHI ESCOLA JESSÉ PRADO RUA JOSÉ FRANCISCO COSTA CARVALHO


SALGADO ESCOLA JOALDO BARBOSA AV. 4 DE OUTUBRO, B. ESTAÇÃO


TOMAR DO GERU ESCOLA MUNICIPAL DR ALBANO FRANCO POVOADO CARDOSO


UMBAÚBA ESCOLA ESTADUAL BBN RUA CAMERINO, 805


ITABAIANHINHA ACRI-CLUBE RUA MARECHAL DEODORO DA FONSECA, 171, CENTRO


BAIXO SÃO FRANCISCO CANHOBA ESCOLA JUVENAL ROCHA TORRES PRÓXIMO À PREFEITURA


TELHA ESCOLA MUNICIPAL PREFEITO JOSÉ FRANCISCO DIAS RUA SÃO JOÃO S/N


AMPARO DO SÃO FRANCISCO CLUBE SOCIAL DE AMPARO AV. ABRÃAO FREIRE, S/N


PROPRIÁ SOCIEDADE SEMEAR (ANTIGA ESCOLA TÉCNICA) AV. CONRADO DE ARAUJO, S/N CENTRO


SÃO FRANCISCO GRUPO ESCOLAR LEANDRO MACIEL PRAÇA SANTOS SOBRINHO


CEDRO DE SÃO JOÃO AUDITÓRIO DA ESCOLA MUNICIPAL PADRE MANOEL GUIMARÃES AV. MANOEL DANTAS, 450


MURIBECA ESCOLA MUNICIPAL SENADOR WALTER FRANCO RUA SENADOR WALTER FRANCO (PRÓXIMO A PRAÇA DE EVENTOS/QUADRA DE ESPORTES)


JAPOATÃ CEPLAN RUA JOSÉ CARLOS MACHADO


SANTANA DO SÃO FRANCISCO CENTRO COMUNITÁRIO NOSSA SENHORA DA VISITAÇÃO RUA SÃO VICENTE


ILHA DAS FLORES ESCOLA ESTADUAL MANOEL ANTÔNIO PEREIRA PRAÇA SANTO ANTÔNIO, CENTRO (PRAÇA DA MATRIZ)


NEÓPOLIS


BREJO GRANDE ESCOLA ESTADUAL LUIZ GARCIA RUA ENÉIAS FERREIRA (PRÓXIMO À PRAÇA)


MALHADA DOS BOIS CLUBE RECREATIVO CONJ. MARIA ROSA, S/N


PACATUBA ESCOLA MUNICIPAL DR. JOÃO MACHADO ROLLEMBERG MENDONÇA RUA LEANDRO MACIEL, 53, CENTRO

Quarta-feira, 1 de Julho de 2009

Apresentacao das Quadrilhas Juninas campeas dos Festejos Juninos - Gonzagao 2009

No dia 30/06 (terca-feira), realizamos reuniao com representantes das quadrilhas que chegaram a final do Concurso de Quadrilhas Juninas - Gonzagao 2009 e em comum acordo ficou decidido que nao havera disputa na etapa final, que sera realizada em forma de apresentacao no proximo sabado (04/07/09, a partir das 20 horas. Quanto ao premio de R$3.000,00 sera dividido com as seis quadrilhas finalistas. Esta forma de divisao do premio ja tinha sido acordada antes mesmo do inicio do concurso e facilitou o encaminhamento para chegarmos ao melhor acordo, que foi retirar o clima de disputa para a final.

Na oportunidade, informei a eles que iria encaminhar relatorio de avaliacao de todo este processo, propondo sugestoes para evitar e/ou minimizar o desgaste que o atual formato de concurso de quadrilhas esta causando para todos os envolvidos.

Tambem em comprometi neste relatorio, em apresentar uma proposta de acao, visando incorporar as quadrilhas juninas em um trabalho cultural que incorpore as dimensoes educativas e economicas e que seja realizado durante todo o ano.


Aracaju, 01 de julho de 2009

Jose de Oliveira Santos - Zezito
Diretor do Complexo Cultural "O Gonzagao"